Arquivo de 2009

Ensinem os seus filhos a errar

Para os pais e mães de plantão. Li este texto em uma comunidade no Orkut, e achei tão interessante que quis reproduzi-lo aqui, com os devidos créditos. O texto é grande, mas tem informações muito boas e vale a pena dedicar um tempinho para aprender um pouco mais.
 
 
Mae e filha
 
Nos últimos trinta anos, o modelo tradicional de família passou por alterações significativas, principalmente no mundo ocidental. A ideia dos pai s como senhores do destino dos filhos vem desabando progressivamente, no ritmo das transformações sociais. As consequências disso não são necessariamente ruins, como explica o psicanalista belga Jean-Pierre Lebrun, uma das princi pai s referências na Europa no estudo sobre mudanças nas relações entre pai s e filhos: "O que vale é a capacidade dos pai s de fazer os filhos crescer. Esse é o bom ambiente familiar, independentemente do desenho que a família tenha". Lebrun esteve no Rio de Janeiro, para participar do 3º Encontro Franco-Brasileiro de Psicanálise e Direito. A seguir, os princi pais trechos da entrevista que concedeu a VEJA.

Por que os pai s hoje têm tanta dificuldade de controlar seus filhos?

Isso é reflexo da perda de legitimidade. Até pouco tempo atrás, a sociedade era hierarquizada, de forma que havia sempre um único lugar de destaque. Ele podia ser ocupado por Deus, ou pelo papa, ou pelo pai , ou pelo chefe. Isso foi se desfazendo progressivamente, e o processo se acentuou nos últimos trinta anos. Hoje a organização social não está mais constituída como pirâmide, mas como rede. E na rede não existe mais esse lugar diferente, que era reconhecido espontaneamente como tal e que conferia autoridade aos pai s. As dificuldades para impor limites se acentuaram, causando grande apreensão nas pessoas quanto ao futuro de seus filhos.
 
Existe uma fórmula para evitar que os filhos sigam por um caminho errado?
É preciso ensiná-los a falhar. Uma coisa certa na vida é que as crianças vão falhar, não há como ser diferente. Quando os pai s, a família e a sociedade dizem o tempo todo que é preciso conseguir, conseguir, conseguir, massacram os filhos. É inescapável errar. Todo mundo, em algum momento, vai passar por isso. Aprender a lidar com o fracasso evita que ele se torne algo destrutivo. Às vezes é preciso lembrar coisas muito simples que as pessoas parecem ter esquecido completamente. Estamos como que dopados. Os pai s sabem que as crianças não ficarão com eles a vida inteira, que não vão conseguir tudo o que sonharam, que vão estabelecer ligações sociais e afetivas que, por vezes, lhes farão mal, mas tentam agir como se não soubessem disso. Hoje os filhos se tornaram um indicador do sucesso dos pai s. Isso é perigoso, porque cada um tem a sua vida. Não é justo que, além de carregarem o peso das próprias dificuldades, os filhos também tenham de suportar a angústia de falhar em relação à expectativa depositada neles.
Falando concretamente, como é possível perceber essa diferença no comportamento das famílias hoje?
A mudança é visível. Na Europa, por exemplo, quando um professor dá nota baixa a um aluno, é certo que os pai s vão aparecer na escola no dia seguinte para reclamar com ele. Há vinte, trinta anos, era o aluno que tinha de dar satisfações aos pai s diante do professor. É uma completa inversão. Posso citar outro exemplo. Desde sempre, quando se levam os filhos pela primeira vez à escola, eles choram. Hoje em dia, normalmente são os pai s que choram. A cena é comum. É como se esses pai s tivessem continuado crianças. Isso acontece porque eles não são capazes de se apresentar como a geração acima da dos filhos. É uma consequência desse novo arranjo social, em que os papéis estão organizados de forma mais horizontal.
Como o senhor avalia essa mudança? Esse novo arranjo é pior do que o anterior?
Hoje os pai s precisam discutir tudo, negociar o que antes eram ordens definitivas. E isso não é necessariamente algo negativo, desde que fique claro que, depois de negociar, discutir, trocar ideias, quem decide são os pais.
Essas mudanças na estrutura social podem influenciar em aspectos negativos como, por exemplo, o uso abusivo de drogas?
Não há uma relação automática. Os mecanismos pelos quais os indivíduos se tornam dependentes químicos são diversos e complexos. A psicanálise ajuda a identificar alguns deles. Vou dar um exemplo. Manter uma criança em satisfação permanente, com sua chupeta na boca o tempo todo, fazendo por ela tudo o que ela pede, a impede de ser confrontada com a perda da satisfação completa. E isso vai ser determinante em sua formação.
Mas o que essa perda tem a ver com o fato de as pessoas enveredarem por um caminho autodestrutivo?
 
É uma anomalia no processo de humanização. Não nascemos humanos, nós nos tornamos. Isso ocorre quando aprendemos aquilo em que somos singulares entre todos os animais que habitam o planeta. Somos os únicos capazes de falar. Não se trata apenas de aprender ortografia ou usar as palavras corretamente. Quando dominamos a faculdade da linguagem, adquirimos uma série de características muito especiais, como, por exemplo, a consciência de que somos mortais. Aprendemos a construir as pontes que levam a um entendimento superior do mundo e de nossa condição. Isso é o que nos diferencia e nos torna completamente humanos. Um desequilíbrio nesse processo pode ter consequências. É aí que entra a explicação psicanalítica para o ingresso no universo das drogas. Aprender a falar, ou tornar-se humano, é algo que não ocorre espontaneamente. É uma reação a uma perda do estado permanente de satisfação completa com a qual somos confrontados na primeira infância. Ou seja, o processo de humanização começa pelo entendimento de que jamais haverá a satisfação completa. É esse o curso saudável das coisas. Se os pai s boicotam esse processo, podem estar cometendo um erro.

Com que consequências?

 
Isso faz com que estejamos cada vez menos preparados para lidar com o sofrimento da nossa condição humana. Há séculos que as drogas têm algo de paraíso artificial, como diz Baudelaire. Ou seja, uma forma de se refugiar da dor humana, da insatisfação. As drogas sempre serviram para evitar o confronto com esse sofrimento. Quanto menos você está preparado a suportar as dificuldades, mais está inclinado a se evadir, a recorrer a substâncias, sejam as drogas ilícitas, sejam as medicamentosas, para limitar o sofrimento que vai se apresentar. Com o desenvolvimento da farmacologia, essas substâncias se tornaram muito acessíveis. Isso pode criar distorções. É muito mais simples tomar uma Ritalina para não ser hiperativo do que fazer todo o trabalho de aprender a suportar a condição humana. Quando criança, a pessoa já precisa ser confrontada com a condição humana da perda de satisfação. Dessa maneira, na idade adulta, sua relação com o fim de uma pai xão amorosa, por exemplo, tem maiores chances de ocorrer de maneira mais aceitável e menos traumática.

Por que as drogas têm apelo especial para os jovens?
Eles são mais sensíveis a esse fenômeno porque têm uma tendência espontânea a, quando se tornam adultos, ser novamente confrontados com as dificuldades da existência. É, de certa forma, a repetição daquilo que haviam vivenciado na infância, quando foram, ou deveriam ter sido, apresentados à ideia de perda da satisfação completa, de que não ficariam com a chupeta na boca a vida inteira, por exemplo. Se, no ambiente em que esses jovens vivem, há uma abundância de produtos que funcionam como um meio de evitar essas dificuldades, eles mergulham de cabeça. Como também veem nisso certo caráter transgressivo, todas as condições estão dadas para que eles recorram às drogas.
 
Que conselhos o senhor daria a pai s que têm filhos viciados?
É preciso não achar que, pelo fato de os filhos usarem drogas, tudo está perdido. Isso não contribui em nada. Caso contrário, o jovem drogado, além de conviver com o próprio drama, terá de carregar a angústia dos pai s sobre os ombros. Esse é o momento em que os pai s devem aceitar que algo não funcionou direito em vez de tratar o problema como se tudo estivesse perdido. Nem sempre está.

Há alguma terapia que funcione contra a dependência química?

Cada caso requer um trabalho. Não existe terapia milagrosa. Há tentativas interessantes, de pessoas que se ocupam de refazer com o sujeito o trabalho de suportar as frustrações, as impossibilidades, os limites. Esse trabalho pode ajudar as pessoas a se livrar da dependência. Não existe até hoje uma droga que chegue a resolver o problema da droga. Momentaneamente, a pessoa pode até ficar contente se conseguir se tornar um pouco menos ansiosa, mas é preciso ver que efeito isso tem a longo prazo.

Existem dependentes irrecuperáveis?

A psiquiatria não é uma ciência universal, ela não diz o que vale para todos, ou mesmo para uma série de pacientes. É preciso trabalhar sempre caso a caso. Mas eu não diria nunca que um viciado em drogas é irrecuperável. Existem outros elementos em jogo que precisam ser considerados. Não há dependência química que não seja fruto de uma interação malsucedida entre o contexto social em que o indivíduo está inserido e o seu trajeto singular desde a infância.
Pouco mais de um mês atrás, no Rio de Janeiro, um rapaz viciado em crack matou uma amiga que tentava ajudá-lo. O pai do rapaz atribuiu a tragédia à dificuldade de internar o filho. O senhor é favorável à internação de dependentes químicos?
Essa é uma questão complicada mesmo. Na Europa, de modo geral, optamos cada vez menos pela internação de dependentes químicos. Quando a internação é necessária, esperamos que ela se dê de forma voluntária. Nos casos em que isso não é possível, a internação dura em média quarenta dias e é acompanhada de medidas administrativas para evitar abusos que já aconteceram, de internações excessivamente longas. Nesse aspecto, minha posição é como a dos europeus de maneira geral. Ficamos um pouco divididos entre manter nosso princípio democrático de que, mesmo doente, cada um tem o direito de dar sua opinião e, por outro lado, ter de reconhecer que em determinadas situações isso não é possível.

Costuma-se atribuir o mau comportamento dos filhos à falta da estrutura familiar tradicional, como a que ocorre após uma separação. Qual a exata influência que isso pode ter?

Uma família organizada de forma aparentemente harmônica não necessariamente faz de um jovem uma pessoa capaz de conviver e suportar o sofrimento inerente à condição humana. Essa capacidade pode ser pequena em famílias aparentemente realizadas, com estrutura sólida. Assim como pode ser enorme em uma família conflituosa, dividida, conturbada. Por isso, não se deve levar em conta apenas o aspecto exterior da família. O que vale é a capacidade dos pai s de fazer os filhos crescer. De incutir-lhes a verdadeira condição humana. Esse é o bom ambiente familiar, independentemente do desenho que a família tenha.
 
O melhor mesmo, então, é aceitar que a existência é sofrida?
O processo é mesmo muito mais complexo do que ocorre com outros animais. Um cão nasce cão e será assim para o resto da vida. Um tigre será sempre tigre. Um humano, no entanto, precisa se tornar plenamente humano. É uma enorme diferença. Esse processo leva uns vinte, 25 anos e está sujeito a percalços. Na Renascença já se falava disso: não somos humanos, nós nos tornamos humanos.

 

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Bolo para cha de bebe

Faz tempo (muiito mesmo) que eu nao aceitava uma encomenda. Mas ao receber esse pedido nao tive como dizer que nao. Bolos infantis me fascinam, e de bebes entao… Este é um bolo para um cha de bebe que vai ser hoje à noite. Saí da Zona leste para entrega-lo na Vila Olimpia. Demorei mais para chegar lá do que para fazer o bolo. Estou postando do celular no caminho de volta à ZL. Quando chegar em casa, posto a receita. Gostaram?

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Cabelos: 3a aplicação

No sabado fiz a minha 3a. Aplicação do henê. Sabem que estou gostando? Agora o meu cabelo ficou totalmente preto, os brancos (que eram muitos), desapareceram totalmente. O cabelo esta muito brilhante e macio ( nada a ver com a palha que eu tinha antes). Esta mais liso que antes, mas ainda dependo da chapinha para arruma-lo. Mas sei que tenho que ter paciencia, ja sei… Na comunidade onde estou aprendendo tudo sobre as aplicações e cuidados, as meninas ja falaram que consigo os melhores resultados apartir da 14a. aplicação. Até lá, muita paciencia…

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Cuidados dos meus cabelos: Comecei novo tratamento

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Faz tempo que eu não passo por aqui, né?

Bom, ultimamente tenho estado preocupada com os cuidados comigo mesma e decidi investir um pouco mais em mim. Ok, nada exagerado, pois a minha situação financeira não "amerita". Mas comecei a procurar tratamentos alternativos que me dessem bons resultados.

Nos cabelos, por exemplo, não pude mais fazer a progressiva. Me cobram de 200 a 300 reais o meu tipo de cabelo e tamanho. Não posso fazer esse investimento.

Lendo umas comunidades no Orkut, como esta, decidi partir para o henê. Eu mmmuuuuitos cabelos brancos, queria que ele ficasse liso e bonito. Depois de ler bem todas as dicas, prós e contras, decidi arriscar.

Estou na minha segunda aplicação. A primeira foi no domingo 01/11 e a segunda aplicação na quinta 05/11.

Estou revesando entre o Henelisa Extra-forte em gel e o preto da fotinho aí de cima.

Estou cuidando muito do cabelo, com hidratações semanais, cortei as pontas. Estou gostando muito dos resultados. Ele já cobriu meus cabelos brancos (ficaram castanho escuros, então parece que tenho reflexos), me cabelo está com muito brilho, e com uma aparencia mais saudável. E ainda é só a segunda aplicação.

E você? O que acha do henê?

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Gianna Jessen: Sobrevivente de um aborto.

Hoje conheci a história de Gianna Jessen através de um blog. Que exemplo de determinação!

Gianna Jessen sobreviveu a um aborto por envenenamento salino. Deveria estar morta, mas milagrosamente sobreviveu. Nesse discurso na Austrália, Gianna nos comove com o exemplo de sua vida.

Vale a pena investir uns minutos para conhecer sua história:

 

 

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Reforma de apartamento novo

 

Escrevo para aliviar a minha raiva, porque já não sei mais o que fazer.

Depois do apartamento finalizado, tudo terminadinho (parte de obras, pq falta bastante coisas), descobrimos este fim de semana que o pedreiro que trabalhou em casa fechou a comunicação da antena coletiva do condominio. Quer dizer: nem eu recebo, nem ninguem que estiver abaixo do meu apartamento. E o infeliz que fez o serviço sumiu!

Conclusão: estou com outro pedreiro aqui, quebrando o teto, a parede e o piso (novinhoooo!) para passar um conduíte e criar a passagem da antena de novo…

Tenho pó até dentro do cérebro! A casa parece um dia de neblina, de tanto pó!!!

Me segura senão eu me jogo….. :(

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Flor feita com garrafa PET

Flor feita com garrafa PET

Eu sou sincera: não gosto muito das coisas que tenho visto que são feitas com garrafa PET. Pode até ser legal como atividade parar as crianças na escola, mas para ter em casa, até hoje não tinha visto nada que valesse a pena.

 

Mas hoje recebi o link desse trabalho aí da foto, feito pela artesã Cris em um programa da TV Aperecida, que eu gostei.

É uma ótima idéia para fazer com os filhos em casa, e depois usá-las para enfeitar o jardim, enfeitar um pacote de presente. A idéia do quadrinho eu gostei bastante também.

 

Você pode assistir ao video do trabalho clicando aqui

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Patchwork: ainda vou aprender isso!

Porta Pano de Prato

 

Uma das coisas qeu tenho como meta na minha vida: Aprender a fazr patchwork.

A vida corrida que levo entre vida profissional, ser mãe, esposa, e outras atividades, tem me ocupado tanto o tempo que não consigo separar um tempinho para mim mesma. Tanto cuidados pessoais, artesanatos, etc. Sinto muita falta disso… ( fim do momento #sinceridade ….rs)

E uma das coisas que quero fazer é o patchwork. Acho tão delicado. Sei que dá um trabalho lascado, e também, que se fazemos como deve ser, é um pouco caro também, pois as ferramentas são todas importadas. Mas mesmo fazendo de maneira caseira, eu quero aprender.

A foto que ilustra este post é de um grupinho que entrei hoje, de patchwork. Quero começar a me familiarizar com os termos, técnicas, etc, para não começar um cursinho toda crua. Não sei usar uma máquina de costura, mas sei por a linha. Mas tenho muita vontade, e como sempre dizem que é o mais importante, né?

Abaixo, para as que sabem fazer, posto o molde desse trabalho. Está em japonês ou chinÊs, não sei, mas pra quem sabe, crio que dá para entender, né?

Molde do porta pano de prato

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Massa de bolo básica – Parte I

 

Muitas vezes temos um bom recheio, uma geleia, ou até um doce de leite, mas não queremos armar um bolo com pão de ló.

Pensando nesses momentos, pouco a pouco vou repassando algumas receitas que eu tenho de massas, que aprendi nas minhas andanças na net, e em comunidades do Orkut.

bolodechocolate

 

Bolo Encanto

500g de margarina
3 copos tipo requeijão de açúcar refinado
6 ovos inteiros
4 copos tipo requeijão de farinha de trigo
1 copo tipo requeijão de chocolate em pó
1 copo tipo requeijão de achocolatado
1 colher de sopa de fermento
400 ml de leite

Bata a margarina com o açúcar até ficar cremoso. Adicione os ovos um a um e bata por mais ou menos 5 mim após a adição do último ovo. Co uma colher vá misturando a farinha (que deve está peineirada juntamente com os chocolates em pó) alternando com o leite. Por último adicione o fermento.

Rende duas assadeiras 30 cm ou uma de 35 cm redonda.

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Velas feitas em xícaras antigas: vintage e charmoso!

 

Vi esse passo a passo no site da ITodas, e gostei tanto que queria guardá-lo. Pensei onde, para não perdê-lo e decidi publicá-lo aqui no blog, com os devidos créditos. Não é uma idéia super-charmosinha? Para aproveitar aquelas xicaras da família que já não faz parte de um jogo de chá completo:


Aprenda a fazer um porta-vela com uma louça linda que foi esquecida no armário (fica lindo)!

Por Conceição Wenzel e Ana Paula Wenzel
 
 
xicara_umXícaras antigas sempre guardam lembranças doces. Do café passado no coador de pano, da conversa animada na cozinha, do sequilho da vovó assando no forno…
 

xicara_dois

Material:
- 3 xícaras de café
- 100 gramas de parafina
- 1 pitada de anilina em pó
- 20 gotas de essência
- 3 palitos de churrasco
- 3 pavios

1. Derreta a parafina em banho-maria até ela ficar transparente (3 ou 4 minutos)

2. Acrescente a anilina em pó e a essência e misture bem
3. Amarre a ponta do pavio no palito, centralize na xícara e apóie nas bordas. Despeje a parafina e deixe secar por 3 horas. Finalize cortando o pavio.
 

 

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